Afinal, quantas criptomoedas existem?

Você sabe quantas criptomoedas existem? Já vamos adiantar que a lista é enorme! Conheça as principais criptomoedas que existem e os principais cuidados antes de investir.
por 
Coin Cloud Team
, publicado em 
18/3/22
Afinal, quantas criptomoedas existem?

Afinal, quantas criptomoedas existem?

É comum alguém anunciar o “novo Bitcoin”, a moeda digital que vai revolucionar determinado setor. Afinal, quantas criptomoedas existem, e por que tantas opções?

Ao abrir o Youtube nos deparamos com anúncios de lançamentos, tokens, e promessas de lucros em ativos digitais. Atualmente existem mais de 10.000 ativos digitais, mas apenas 300 apresentam volume de negociação expressivo.

Ranking das maiores criptomoedas em 17/março. Fonte: Nomics

A criptomoeda Bitcoin revolucionou ao permitir transações eletrônicas sem depender de um coordenador. Com isso, a tecnologia trouxe centenas e milhares de moedas alternativas, conhecidas como altcoins.

A Coin Cloud, líder mundial em caixas eletrônicos de Bitcoin e ativos digitais, responde quantas criptomoedas existem, listando os diferenciais dos projetos mais importantes.

Criação de criptomoedas

Pode parecer complexo, mas, na realidade, qualquer um pode criar uma criptomoeda em poucos minutos. Isso porque o código-fonte, as linhas do software, são públicas.

A maioria das criptomoedas utilizou a tecnologia do Bitcoin, incluindo o banco de dados descentralizado blockchain. Por isso, engana-se quem acredita que o Ethereum veio em seguida, apesar de ser a segunda maior atualmente.

No entanto, foi o lançamento do ecossistema Ethereum em junho de 2015 que catapultou a emissão de novas moedas digitais. Os tokens, ou criptoativos, aproveitam a segurança da rede já existente, tornando a criação de moedas digitais mais simples.

Nos caixas eletrônicos (ATM) da Coin Cloud você compra Bitcoin e outras 30 criptomoedas usando dinheiro. Você começa a investir com apenas R$ 20, e encontra nossas máquinas em 19 capitais do Brasil.

Criptos verdadeiras x fraudes

Scam, ou fraude, é quando um projeto capta recursos, ou lança moedas virtuais, e depois seus desenvolvedores somem. 

Há casos onde existe toda uma campanha publicitária, listagem em corretoras (exchanges), e alta inicial na cotação, porém, em seguida ocorre uma venda coordenada, uma saída dos fundadores.

Nem toda criptomoeda que fracassa é um golpe, ou fraude. É comum ver entusiastas criando projetos, e depois abandonando por falta de tempo, verba, ou adesão de usuários.

Esse é o principal motivo para a Coin Cloud agir com cautela para incluir novas moedas digitais em seus caixas eletrônicos (ATM) de Bitcoin. 

Ao prezar pela segurança, é necessária uma análise criteriosa do histórico dos desenvolvedores, ao invés de oferecer qualquer produto e causar prejuízo aos clientes.

Principais cuidados com golpes e fraudes

Seis em cada 10 internautas sofreram algum tipo de fraude financeira no Brasil nos últimos 12 meses.

Scammers, ou fraudadores, são perfis maliciosos usados para realizar golpes na internet. Geralmente, se aproximam da vítima estabelecendo uma relação de confiança, podendo se apresentar como empresa ou instituição de renome.

Por isso, siga nossas dicas para fugir de golpes na internet com criptomoedas:

  • Desconfie de ofertas, especialmente aquelas com urgência, um prazo curto para decidir.
  • Nunca forneça senhas, tokens, e chaves de acesso em redes sociais, SMS ou whatsapp.
  • Não abrir links recebidos por e-mail, e de preferência, acessar diretamente o site da empresa em questão.

Maiores criptomoedas

Primeiramente, deve ficar claro que o termo criptomoeda é utilizado de maneira mais ampla. Isso porque nem todo ativo digital pretende concorrer com Bitcoin, um sistema alternativo para as finanças digitais.

Perceba no gráfico abaixo como a fatia de mercado do Bitcoin era de 90% no início de 2017, embora esse número tenha caído para 42%. Esse ranking considera o valor de mercado total, ou market capitalization, das criptomoedas existentes.

Fonte: Coinmarketcap

Abaixo listamos as maiores criptomoedas, todas disponíveis para compra e venda em  nossos caixas eletrônicos de Bitcoin e criptomoedas.

Bitcoin (BTC)

Uma moeda descentralizada, que não depende das instituições financeiras tradicionais, 100% eletrônica e protegida pela criptografia. Sua camada principal é bem solidificada, ou seja, as regras de emissão e validação permanecem quase inalteradas desde sua fundação.

Com limite máximo de emissão de 21 milhões de moedas, sua escassez digital é o grande apelo, com sua resistência à censura. É a única criptomoeda com 13 anos de histórico, e o poder computacional que protege essa rede ultrapassa 1 milhão de computadores projetados para essa finalidade.

Ethereum (ETH)

Vice-líder em valor de mercado, criada pelo russo-canadense Vitalik Buterin. Adicionou uma camada de informação no banco de dados blockchain, que possibilitou armazenar dados de ativos digitais e até mesmo linhas de código de programação.

Embora não tenha sido o “inventor” da tecnologia de smart contract, foi a linguagem de programação Solidity que facilitou o desenvolvimento e execução desses contratos programáveis de maneira descentralizada.

Em março de 2022, a rede Ethereum contava com 153 bilhões de dólares depositados nas suas diversas aplicações descentralizadas, que incluem finanças, jogos, corretoras DEX, marketplaces, redes sociais, apostas, e itens digitais colecionáveis.

Binance Coin (BNB)

A criptomoeda BNB iniciou sua vida de forma controversa, em julho de 2017. Primeiramente, a empresa por trás é a corretora (exchange) asiática Binance, portanto, não é um projeto criado pela comunidade.

No entanto, foi em setembro de 2020 que surgiu a Binance Smart Chain, atual BNB Chain. A rede copiou o modelo de smart contracts da Ethereum, sendo totalmente compatível, porém colocou a validação de transações nas mãos de 21 representantes.

Desse modo, a rede criou uma demanda da moeda BNB fora do ecossistema Binance, nas aplicações descentralizadas da rede BNB Chain. Ao abrir mão da descentralização, trouxe agilidade e maior capacidade de processamento.

Cardano (ADA)

Dentre as 10 maiores criptomoedas em capitalização de mercado, a Cardano optou por fugir da mineração, o sistema que traz segurança ao blockchain do Bitcoin. Para resolver essa questão, Cardano passou 5 anos pesquisando e melhorando um sistema onde usuários delegam seus votos para agentes que passam a validar as transações.

Alguns afirmam que essa eterna promessa perdeu sua chance, pois o atraso na entrega coincidiu com o lançamento de dezenas de redes similares, incluindo Terra (LUNA), Solana (SOL), Avalanche (AVAX), e Cosmos (ATOM). 

Para piorar a situação, a líder no segmento de aplicações descentralizadas, Ethereum, pretende abandonar a mineração, implementando processamento paralelo de dados com múltiplos validadores. 

Dogecoin (DOGE)

Dogecoin foi a primeira criptomoeda-meme, criada para mostrar que qualquer um pode clonar o código-fonte do Bitcoin. A brincadeira entre dois engenheiros de software em dezembro de 2013 ganhou fama através de seu mascote, a imagem de um cachorro da raça Shiba.

No início de 2021, Elon Musk, o engenheiro e multibilionário responsável pelas empresas Tesla e SpaceX, resolveu entrar na brincadeira. O resultado? Dogecoin valorizou 1500% em 90 dias, atingindo um pico de US$ 0,74.

O problema das criptomoedas-meme é justamente a ausência de um projeto de longo-prazo e equipe desenvolvedora ativa. Com o tempo, os usuários se voltam para outros interesses, e a fase de “mania” passa, levando a uma forte correção na cotação.

Ripple (XRP)

XRP ou Ripple é o ativo digital criado pela empresa norte-americana Ripple Labs em meados de 2012. Ao invés de optar pelo tradicional sistema blockchain das criptomoedas, a Ripple possui sua própria tecnologia de banco de dados centralizado.

De um lado existe a dependência e controle de uma empresa emissora, porém, ganha-se em velocidade. A Ripple Labs nomeou algumas entidades que agem como validadores, porém não existe uma remuneração pelo serviço.

Desde o início, a intenção era trabalhar em conjunto com bancos e instituições financeiras, atuando como um protocolo para remessas internacionais e liquidação de outros ativos.

Como investir em criptomoedas

A Coin Cloud nasceu para desburocratizar esse mercado, ampliando o acesso até mesmo para aqueles que não possuem conta bancária.

Para utilizar um caixa eletrônico (ATM) de Bitcoin você precisa de uma carteira digital compatível com QR Code. A Coin Cloud oferece uma carteira (wallet) grátis que trabalha com os principais ativos digitais. 

No ATM de criptomoedas você consegue trocar dinheiro por Bitcoin e moedas digitais, ou realizar a operação inversa: vender suas criptomoedas e sacar dinheiro em espécie.

Confira no vídeo abaixo:

Criptomoedas e NFTs

NFT, ou token não-fungível, é um registro único e individual no banco de dados público das criptomoedas. Embora usualmente confundido com arte digital, o criptativo (token) atua como um cartório virtual.

  • Ao contrário das moedas virtuais, o NFT não pode ser dividido ou substituído por outro similar.
  • Embora utilizem o mesmo banco de dados, as somente as criptomoedas são intercambiáveis e divisíveis, sem alterar suas características.
  • A fração de Bitcoin, por exemplo, é conhecida como Satoshi, em homenagem ao criador anônimo da primeira moeda virtual.

Em suma, NFTs são criptoativos, porém não funcionam como moeda, pois além de únicos, esses registros não podem ser divididos em partes menores sem perda de valor.

Conclusão

Existem diversos sites que listam as criptomoedas disponíveis para negociação, dentre estes: Nomics, CoinGecko, e CryptoWatch. No entanto, o fato de estar listado em alguma corretora de ativos digitais (exchanges) não garante que o projeto possui base de usuários ou equipe de desenvolvedores séria.

Outro problema de confiar nas exchanges é o risco de hacks, pois ao deixar valores nas mãos dessas empresas, a segurança depende unicamente dessa empresa. Ao optar por uma carteira digital não-custodial, como a Coin Cloud Wallet, só você possui a senha de acesso às moedas.

Isenção de responsabilidade: as informações e visualizações fornecidas no blog Coin Cloud são apenas para fins educacionais e de entretenimento. Não somos consultores financeiros, portanto, faça sua pesquisa e consulte um especialista financeiro de confiança antes de investir seu dinheiro.

Quem é a Coin Cloud? Fundada em 2014 em Las Vegas, Nevada, a Coin Cloud é a principal operadora de máquinas de moeda digital (DCM). Com mais de 4.000 locais no mundo, a Coin Cloud opera a maior rede do mundo e de crescimento mais rápido de DCMs 100% bidirecionais, uma versão mais avançada do ATM de Bitcoin. Todos os nossos caixas eletrônicos permitem que você compre e venda rápida e facilmente mais de 40 opções de criptomoedas com dinheiro.

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