Stablecoins: o que são essas moedas digitais?

Stablecoins são criptoativos que funcionam de forma diferente de bitcoins. Descubra o conceito, a importância e quais são as principais moedas em circulação
por 
Coin Cloud Team
, publicado em 
11/2/22
Stablecoins: o que são essas moedas digitais?

Stablecoins: o que são essas moedas digitais?

Qual o maior receio do investidor de moedas digitais? Sem dúvidas, a forte oscilação de preço. Pensando nesse público, surgiram as stablecoins, ou “moedas estáveis”.  Ao contrário do Bitcoin e Ethereum, a stablecoin é uma moeda virtual atrelada ao dólar, ouro, ou outro ativo tradicional.

Na prática, o preço da stablecoin do dólar fica sempre muito próximo da cotação nas casas de câmbio e bancos. No entanto, esse “dólar virtual” não precisa de banco e todas as transações podem ser verificadas no blockchain, o banco de dados público das criptomoedas.

Antes de iniciar a leitura, recomendamos a leitura do artigo “o que é Bitcoin”, que diferencia as criptomoedas do dinheiro tradicional.

Quais a vantagem das stablecoins?

Você deve estar se perguntando: mas qual a vantagem de digitalizar o dólar ou ouro? Bom, de início temos a possibilidade de realizar a própria custódia (guarda) da senha de acesso. Dessa forma, não há como alguém, mesmo um banco ou governo, confiscar essa moda virtual.

Por esse motivo é tão importante ter uma carteira digital de criptomoedas (wallet) segura, e a Coin Cloud oferece um aplicativo gratuito, em português, que suporta Bitcoin e outras 40 moedas virtuais.

Em seguida, temos a questão da impossibilidade de se ter transações revertidas ou censuradas. Enquanto o “dinheiro virtual” no Paypal ou Google Pay só pode ser movimentado com autorização destas empresas, o detentor da stablecoin consegue transacionar sem depender de ninguém.

Quer entender como isso é possível, e mais importante, como comprar stablecoins do dólar e ouro no Brasil com segurança e sem burocracia? Acompanhe com a Coin Cloud, líder mundial em caixas eletrônicos (ATM) de criptomoedas.

Como funcionam as stablecoins

Embora existam diferentes formas de garantir essa estabilidade, ou paridade com outro ativo, a prática mais comum é o lastro financeiro. Por exemplo, uma stablecoin do dólar deve manter o valor equivalente em depósitos bancários ou instrumentos financeiros de baixo risco, como os títulos emitidos pelo governo norte-americano.

Dessa forma, para cada moeda digital emitida, existe a mesma quantidade de depósitos (lastro). Cabe ao administrador dessa stablecoin, usualmente uma empresa estabelecida com experiência na área, garantir essa paridade. 

Ou seja, quando um cliente solicita a emissão da stablecoin, o administrador deve receber o valor nessa conta-garantia. Na ponta oposta, quando o detentor de uma stablecoin quer receber os dólares novamente, o administrador deverá extinguir igual quantidade da moeda virtual.

Para transformar stablecoins em dinheiro, de forma simples e rápida, você pode contar com os caixas eletrônicos de criptomoedas (ATM). A Coin Cloud instalou mais de 25 máquinas no Brasil, sendo a única no país a oferecer esse serviço.

Quais são as principais stablecoins?

Abaixo temos o ranking do site CoinCodex, embora contabilizando somente as stablecoins do dólar. Repare que a moeda pareada mais antiga, o USD Tether (USDT) é a líder de mercado, com US$ 77,9 bilhões em circulação.


Fonte: CoinCodex

Dentre as demais classes de stablecoins, temos a Pax Gold (PAXG), pareada com o ouro, apresentando valor de mercado de US$ 360 milhões. Outro exemplo é a Stasis Euro (EURS), que segue a moeda da Zona do Euro, com US$ 120 milhões em circulação.

Outro grande sucesso, embora mais recente, é o cReal (CREAL), que possui seu valor vinculado diretamente ao preço do Real (R$). Desse modo, o detentor consegue realizar transações internacionais sem necessidade de conversão, além de permitir sua utilização em plataformas de finanças descentralizadas (DeFi).

Stablecoins colateralizadas

Quando a stablecoin, ou “moeda estável”, possui um lastro no respectivo ativo, por exemplo, as barras de ouro ou contas bancárias em Euros, dizemos que é colateralizada. O colateral nada mais é que a garantia, o depósito que assegura a paridade com a quantidade de moedas digitais emitidas.

Pode parecer a modalidade menos arriscada, pois há cobertura integral dos depósitos. No entanto, essa segurança depende de auditoria constante, e sempre há o risco do banco depositário, ou mesmo a justiça, bloquear ou confiscar parte do valor.

Nesse caso, ocorre um descasamento entre o montante de moedas virtuais em circulação, e o lastro. Esse risco é real, e ocorreu na stablecoin Tether (USDT) em 2018. Por esse motivo, a empresa emissora foi multada em US$ 42,5 milhões em outubro de 2021.

Stablecoins Colateralizadas em Criptomoedas

Para acabar com o problema da custódia desse valor, que além de demandar uma auditoria externa, traz consigo o problema do lastro físico, surgiram as stablecoins colateralizadas em criptomoedas.

A rede Ethereum, da criptomoeda Ether (ETH), surgiu em meados de 2015, e deu vida aos smart contracts, os contratos inteligentes. Dessa forma, é possível executar programas de forma automatizada utilizando a própria estrutura da rede de usuários dessa criptomoeda.

Foi assim que surgiu a MakerDAO, no final de 2017, que pretendia ser uma organização autônoma (DAO) responsável pela gestão da stablecoin. Nesse sentido, a MakerDAO controla a stablecoin DAI, administrando uma cesta de criptomoedas que busca sempre manter a cotação de 1 dólar.

O mecanismo trabalha com leilões, emitindo novas moedas quando necessário, ou realizando leilões de recompra. O projeto teve alguns problemas no caminho, porém conseguiu efetivamente descentralizar as decisões, e atualmente conta com sua cesta de criptoativos devidamente balanceada.

Stablecoins não Colateralizadas

Ao perceber o sucesso das stablecoins colaterizadas por uma cesta de criptomoedas, alguns desenvolvedores tiveram a idéia de criar projetos que trabalham com modelos matemáticos, porém sem os depósitos de lastro convencionais.

Usualmente é criado um par de criptomoedas, sendo a primeira a controladora, cujo preço varia livremente, e a segunda, a stablecoin que deveria buscar a cotação de 1 dólar. No entanto, até hoje nenhum desses projetos conseguiu escalar. 

Relação entre stablecoins e bitcoins

As stablecoins atualmente são essenciais para o ecossistema de criptomoedas, e inclusive são responsáveis por 70% do volume transacionado em Bitcoin. Isso porque as exchanges asiáticas, e algumas internacionais, perderam acesso ao sistema bancário nos últimos anos.

Em alguns casos, ocorreu um banimento total de exchanges, como na China. Há também as corretoras de ativos digitais (exchanges) que trabalham com derivativos, os contratos futuros. Para evitar problemas com a regulação local dos países, optaram por trabalhar somente com moedas virtuais.

Os caixas eletrôncos (ATM) de Bitcoin e moedas digitais da Coin Cloud são 100% legalizados e devidamente registrados no Brasil. Por esse motivo pedimos seu CPF e número de celular para realizar as transações. Conte conosco se você precisar comprar ou vender stablecoins usando dinheiro.

Desse modo, essas exchanges que atuam na irregularidade ficam mais distantes de governos e potenciais confiscos pelos agentes reguladores. No entanto, a adoção das stablecoins pelos usuários foi tão grande, que mesmo as corretoras digitais tradicionais passaram a oferecer negociação nas stablecoins.

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Quem é a Coin Cloud? Fundada em 2014 em Las Vegas, Nevada, a Coin Cloud é a principal operadora de máquinas de moeda digital (DCM). Com mais de 4.000 locais no mundo, a Coin Cloud opera a maior rede do mundo e de crescimento mais rápido de DCMs 100% bidirecionais, uma versão mais avançada do ATM de Bitcoin. Todos os nossos caixas eletrônicos permitem que você compre e venda rápida e facilmente mais de 40 opções de criptomoedas com dinheiro.

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